quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Uma oração


Quero te ver feliz.
Lembro quando tocou a areia pela primeira vez e tuas mãozinhas, sempre rápidas, logo foram para a boca.
Você não gostou.
Logo depois, experimentou a água salgada e não gostou.
Aprendeu, entre lindas caretinhas que registrei, que há coisas que tem um tempo próprio para experimentar e que o melhor da vida é viver e querer ser feliz, mesmo quando os dias tentam nos engavetar em lembranças tristes.
Quero, meu lindo filho, que teus novos dias sejam repletos de felicidade.
É a minha oração e é a minha certeza, por tudo que vivemos e sabemos.

domingo, 6 de setembro de 2009

Dominique Wolton


“Dediquei minha vida à teoria da comunicação”. Com essas palavras o sociólogo francês Domonique Wolton abriu o maior Congresso de Comunicação da América Latina, o Intercom 2009. Em menos de uma hora de palestra, o autor de diversas pesquisas mostrou que a dedicação de anos valeu a pena.
Com grande simpatia, Wolton conversou sem restrições com congressistas e com a imprensa. Só mais tarde foi possível entender o porquê de tanta abertura. Wolton valoriza o ser humano, e no conjunto de suas palavras o fez com muita propriedade.
Para o sociólogo, a grande quantidade de informação que a sociedade produz não traduz o que é a essência e o resultado da comunicação. Diferentemente da informação, na comunicação o outro é levado em conta, mesmo que esse outro não pense “como a gente”. Wolton resumiu a primeira parte do seu raciocínio apontando cinco frases principais:
1- Os seres humanos não podem deixar de comunicar-se;
2-Nós comunicamos para seduzir, amar e convencer;
3- Na maior parte do tempo “o outro” não vai concordar com as nossas opiniões;
4-Começamos a negociar para convencer o outro;
5- Quando a negociação funciona, organizamos a convivência.

“Viver é comunicar-se”. Por meio de frases de impacto sobre as relações contemporâneas de comunicação, Dominique fez com que muitas questões sociais fossem analisadas e reavaliadas pelos presentes. Uma delas foi a definição de que quanto mais técnicas são as coisas, melhor, haverá "mais paz". A conseqüência dessa filosofia, segundo ele dominante, são conclusões errôneas e comportamentos distorcidos. “Quando o ser humano apresenta dificuldades, ele culpa a técnica, mas a técnica é o mais simples. Viver em sociedade é o mais difícil”, afirma. Ele expressou que o ser humano não assume que por trás de toda a técnica, ferramentas e tecnologias estão os homens e que neles deve estar o investimento maior. A técnica seria neutra, não faz bem nem mal, quem decide para que fim será usada é o homem.
Citando várias vezes a democracia com relação à comunicação, Wolton afirma que a salvação desses dois elementos depende de uma terceira questão: o respeito à diversidade cultural. Somente por meio disso seria possível a comunicação e convivência pacífica da comunidade internacional.

Aline Rakko e Danielly Ortiz

Matéria publicada no blog do Intercom > CLIQUE AQUI

"Essa história de que o impresso vai desaparecer é balela"



O futuro dos veículos impressos frente aos avanços tecnológicos foi discutido na mesa redonda “O mundo no papel e o mundo digital: diálogos interculturais”. O evento aconteceu neste sábado (05) dentro do Ciclo de Debates sobre Temas Livres em Comunicação (Libercom), que integra o Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, o Intercom 2009.
Apesar dos avanços tecnológicos, como a internet e a crescente comercialização de aparelhos visualizadores de livros eletrônicos (E-Books), a opinião dos especialistas presentes na discussão foi unânime: o meio impresso não vai acabar. Na visão do Doutor em Comunicação, professor da Universidade Mackenzie e coordenador da mesa, José Carlos Marques, as novas tecnologias não vão dar fim ao jornal impresso.
“Eu não partilho da impressão de que o meio impresso vá acabar com as novas tecnologias. Pelo contrário, nunca se leu tanto na história da humanidade como agora, com os novos meios digitais. Acho que a leitura se fortalece e o meio impresso faz parte de todo esse processo de comunicação na modernidade”, afirma Marques.
O doutor em Ciências da Comunicação e atual professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), Anibal de Bragança, é mais enfático quanto à "previsão apocalíptica" do fim dos impressos. “Essa história de que os impressos vão acabar é balela. Estamos produzindo cada vez mais obras”, afirma.
Já o professor doutor da Universidade de São Paulo (USP), José Luiz Proença, denuncia que “há certa agressividade por parte do mundo digital, que diz que tudo vai acabar”. Otimista, Proença acredita num “relacionamento” amigável entre o mundo do papel e o mundo digital. “Acho que eles estão mais para um casamento do que para um divórcio”, garante.
Ainda seguindo a linha de que a tecnologia não é nenhum bicho papão, José Carlos Marques diz que, se bem utilizada, a tecnologia só tem a favorecer o jornalismo. “Acho que as novas tecnologias têm que andar a serviço do trabalho da imprensa e não o contrário”, conclui.


Texto: Flávio Freitas
Foto: Patrick Belem

Vou publicar algumas matérias sobre algumas palestras do Intercom.
São mais de 1500 trabalhos!
Para ler sobre vários outros assuntos relacionados ao evento acesse
http://intercom2009.blogspot.com

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

pequeno álbum



Vi no blog de meu amigo (www.adevidacomedia.wordpress.com) e adorei.
Copiei para vocês.
É uma criação publicitária da Olympus.
Foram 60 mil fotografias, das quais se revelaram 9600.
Para o filme usaram-se 1800.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Intercom 1






Será o maior congresso das últimas 32 edições.
Estamos esperando para o XXXII Intercom 4015 pessoas.
A equipe de trabalho é de peso: 350 pessoas entre alunos, professores e funcionários.
Tentarei manter o blog atualizado com as informações do evento.
Tentarei, só tentarei.

As fotos são de Gabriela Junqueira e Renato Murakami

Primeiras fotos 2

Renato Murakami


Nadia Zillig


Mayara Gomes


Luisa Melara


Gislaine Silva


Felipe Rocha


Ailime Moreira


Willian Bressan


Renato Murakami


meus alunos da manhã

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Primeiras Fotos 1

Anna Luiza


Gabriela Junqueira


Fabielle Rocha Cruz


Daialen Dick Ledesma


Dafne Hruschka


Barbara


Anna Luiza


André Henrique Piegel Rosas


Jessica Leite


Yasmin Utrabo

Estas fotos são do primeiro exercício feito pelos meus alunos de fotojornalismo.