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sexta-feira, 10 de julho de 2009

Uma festa na rua






Descobri os ingridientes para uma excelente festa. Mesas à rua, gente feliz, sardinhas na brasa, sabores inusitados, parque de diversões, açúcar, carinhos trocados, miscelânia de assuntos, música, fogos de ano novo em pleno julho e abraço para encerrar. Perfeito!

quarta-feira, 29 de abril de 2009

quando bate a saudade




Quando bate a saudade a casa se enche de sons portugueses.
Mãos generosas me apresentaram Carlos do Carmo, um maravilhoso fadista, no álbum À NOITE
Resolvi que deveria partilhar com vocês a música que mais gosto do cd:
Vem, não te atrases
Não a encontrei no youtube e minha quase nenhuma capacidade tecnológica me impede de colocá-la para que ouçam. Mas, segue a letra de Maria do Rosário Pedreira

Quando te apressas
E ne confessas
Que está na hora,
Eu não te digo
Que é um castigo
Ver-te ir embora

Finjo que a dor
Que sei de cor
Pouco me importa.
Mas, mal me deixas,
Sinto que fechas
Para sempre a porta.

Vem, não te atrases.
O que fazes
Sem mim, a esta hora?
Volta para os meus braços,
Eu já esperei demais.
Vem, não te atrases,
Eu perdoo-te a demora.
Se morares nos meus braços
E nunca mais me deixares.

Quando tu partes,
Faltam-me as artes
Para te prender.
Mas, se não estás,
Não sou capaz
De adormecer

Acendo estrelas
Pelas janelas
Da casa fria.
Mas, se não chegas,
Sinto-me às cegas
Até ser dia.