domingo, 31 de julho de 2011

formas daqui e dali

Realçar a forma de objetos é uma excelente maneira de manter lembranças.


orquídea do meu jardim

teia do meu jardim

na cozinha

encontro em uma estradinha de Urubici

escadaria da Livraria Lello - Porto

escadaria do Mercado do Bolhão - Porto

grade do Bolhão em dia de verão

no mesmo dia nas traseiras do Café Majestic - Porto

Lisboa

sexta-feira, 29 de julho de 2011

pequenas dicas 14


Há uma regra de composição bem interessante e fácil de fazer: padrão.
Um padrão é uma repetição de elementos dentro do espaço fotográfico. A repetição pode ser de cores, formas, traços, etc.
A fotografia com um padrão tem harmonia e a escolha certa pode gerar fotos interessantes.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

saudade do Porto


Nas paredes descascadas de tua composição descobri o amor
Nas janelas abertas para os varais.
Nas luzes refletidas em teu rio
...amor.

Derramado em tuas ruas
Percorrido em teu calor
Roubado pelo vento.
...amor.

Sou o pó das tuas entranhas
Viva em mim teu estado pretérito
Sopra-me.

domingo, 24 de julho de 2011

Retirado do blog "A Devida Comédia" um retrato (fora do acordo ortográfico, graças à Deus) do jornalismo mundial

“Sem retirar os factores externos que contribuem para a queda da imprensa, acredito que os jornais estão em crise por culpa própria. Eu recordo-me que se dizia que os jornais eram caros. Depois, havia, também, a iliteracia. Com as novas tecnologias, as pessoas fugiriam da leitura. A verdade é que, actualmente, dois cafés custam o preço de um jornal. A verdade é que as pessoas nunca leram tanto como agora. E quando se diz que a juventude não lê, bom, os jovens até lêem ‘tijolos’ como o Harry Potter. Agora, os jornais não acompanharam esta sociedade, fecharam-se. Criaram o seu casulo. Os jornalistas deixaram de ir para a rua e enlamear as botas. Deixaram de sentir o pulsar das populações. As chefias e as direcções vivem mais viradas para si, para o seu ego. Vivem mais para as reuniões e para as horas de fecho. Burocratizaram-se e abandonaram o jornalismo de proximidade. Até que ponto pessoas que não têm contacto nenhum com a realidade podem estar a fazer jornalismo? É preciso andar de transportes públicos, ir aos cafés, aos quiosques! Eles sabem lá o que é que as pessoas precisam e gostam! E, portanto, abandonaram a reportagem, abandonaram as crónicas do quotidiano e artigos do dia-a-dia. É aqui que está o sucesso do Facebook, porque conta as histórias da rua. Isto demonstra um falhanço completo dos jornais. Divorciaram-se, cavando um fosso com a população.”

ALFREDO MENDES, Jornalista

Para ler mais:

Come-se muito em Portugal I




Jorge Amado disse que em nenhum outro país se come tanto e tão bem como em Portugal.
Na busca de comprovar a afirmação fiz um passeio gastronômico pela região Minhota e Transmontana.
Começamos por Viana do Castelo na mesa de duas cozinheiras de mão cheia. No cardápio Arroz de Tamboril e salada de alface e tomates. Comida caseira oferecida por mãos amigas tem sabor de céu.
O "arroz de..." é bastante comum em Portugal. Pode ser de tomates, de bacalhau, de feijão, de sardinhas.
Tamboril é um peixe de cara feia e muito saboroso.
O "arroz de" é feito a partir de um refogado de cebola e alho onde se mistura o complemento e o arroz. Fácil de fazer e muito bom de comer.

domingo, 17 de julho de 2011