segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Pequenas dicas 16


Enquadrar e esperar.
Há certos locais que são perfeitos para determinadas fotos desde que esperemos o acontcimento certo. Nesse caso eu estava fazendo um material sobre um passeio de bicicletas. Quando vi o cenário achei perfeito: casa, chão de terra, araucária. Me posicionei, enquadrei, fotometrei e esperei.

sábado, 7 de novembro de 2009

Porque hoje é sábado 2


Um sábado, para ser perfeito, tem que ter farturas.
Farturas é um quitute português parecido com os churros recheados.
A massa é tão leve que se desmancha suavemente na boca e vai se misturando com o açúcar que se derrete... hummm

Que esse sábado seja, para todos nós, de fartura e de todas as delícias.
A foto foi feita em um sábado perfeito do verão portuense.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

tem tudo a ver



O Requião fala uma grande bobagem (não que seja o único ou o primeiro episódio) e O Globo replica isso.
Às vezes acho que a Daniela (a do post abaixo) tem razão: tem tudo a ver com ser modelo.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Para Claude Lévi-Strauss


Procurei entre minhas fotos uma que ilustrasse o quanto gosto do trabalho do Claude Lévi-Strauss, que morreu no sábado passado.
Escolhi essa feita no Mosteiro da Ressurreição, em Ponta Grossa. Os pilares que partem da mesma base e sustentam o mesmo teto são absolutamente diferentes uns dos outros e representam, para mim, a sustentabilidade das relações cotidianas.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

ai ai ai

Finalistas do Prêmio Esso 2009




Daniel Marenco, com o conjunto de fotos NO CORREDOR DO INFERNO (acima), publicado no jornal ZERO HORA
Marcelo Carnaval, com a foto CRISE, QUE CRISE?, publicada no jornal O GLOBO.
Moacyr Lopes Junior, com a foto A DOR DA PERDA, publicada no jornal FOLHA DE S. PAULO.
Arnaldo Carvalho, com a foto FOME, do conjunto EXILADOS NA FOME, publicado no JORNAL DO COMMERCIO (Recife).
Daniel Mobilia, com a foto FALA QUE EU NÃO TE ESCUTO, publicada no jornal DIÁRIO DE S. PAULO.

Tudo que há para saber do amor é deslumbrada aceitação. Não se aprende a amar, Camila; não há vontade democrática capaz de espalhar a paixão pelas bolsas de pobreza onde ela não chega, nem fábricas capazes de a produzir em peças para montagem, construção ou exportação. Não há nada de justo nesse sentimento: a justiça, aliás, não passa de um espetáculo de ordenação do mundo, um circo que inventamos para substituir a irracional lei do coração.

trecho do livro "nas tuas mãos" de Inês pedrosa