A boca,
onde o fogo
de um verão
muito antigo cintila,
a boca espera
(que pode uma boca esperar senão outra boca?)
espera o ardor do vento
para ser ave e cantar.
Levar-te à boca,
beber a água mais funda do teu ser
se a luz é tanta,
como se pode morrer?
Eugénio de Andrade
Predadores da liberdade de imprensa em 2026
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A Repórteres Sem Fronteiras divulgou ontem a lista de governantes,
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Há 3 dias
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