segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

475 volver e a escada


A mostra "Projetáveis" foi a que mais gostei. O material foi exposto no Santander Cultural. Cosntruído em 1932, o prédio de arquitetura neoclássica fica na Praça da Alfândega, no centro de Porto Alegre.
Gostei de imediato da projeção "475 Volver", da artista mineira Cinthia Marcelle, em que um trator repete os movimentos rumo ao infinito. Percebi que teria uma composição interessante unindo o desenho da foto com o da escada. Procurei um lugar alto, esperei que alguém subisse a escada e pronto.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Porque hoje é sábado 5


Especialmente para minha amiga Marta que está se recuperando da gripe A, um pouquinho da paisagem que veremos num próximo natal.

A foto foi feita em um sábado de 2007 na região dos Campos Gerais.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Aventura fotográfica

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Na Bienal








Fui para Porto Alegre ver a Bienal do Mercosul. Foi uma experiência interessante.
A ideia da Bienal é promover um espaço aberto para as artes visuais experimentais do continente.
Chovia em Porto Alegre, o voo atrasou meia hora e nos perdemos já na saída da locadora de carros rumo ao cais do Porto, local de quatro mostras.
Não querendo parecer troglodita diante da arte dos outros, mas também sabendo que não consigo calar meus pensamentos palpiteiros e tendo consciência de que a arte tem um conceito abstrato (e perigoso), procurei estar de mente aberta.
Havia obras muito óbvias (quase sopa de letrinhas) e outras tão abstratas que nem sei o que poderiam ser/representar/dizer (em muitos momentos senti falta de um manual)
Embora eu não seja uma especialista em arte contemporânea, leia menos do que gostaria e esteja sempre afundada em fotografias, creio que tenho um repertório razoável para compreender boa parte das coisas que me são apresentadas como discurso visual. Gosto de algumas e desgosto de outras, mas ai entra a minha parte palpiteira.
Na mostra Desenho das Ideias um garoto parado diante de um quadro com vários riscos de nanquim perguntou ao guia: você acha que isso é arte? Espichei as orelhas, curiosíssima.
O guia pigarreou, encheu o pulmão de ar e disse: acho que é criatividade, mas se está na aqui (na Bienal) é arte.
Pronto. Assunto resolvido. Meu olhar crítico e meus miolos palpitantes de tanto palpitar se aquietaram. Absorvi o que gostei, o resto esqueci.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Vou pra Porto Alegre, tchau

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Logo mandarei notícias de lá

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Pequenas dicas 17



Pequenos detalhes podem fazer a diferença em uma foto.
(na vida também, vá lá)
Ao fazer fotos jornalísticas é importante pensar como o leitor receberá a foto e se haverá elementos suficientes para que ele compreenda não só a informação, mas o contexto.
Ao fazer imagens sobre o cotidiano da vida religiosa fotografei esses dois varais.
A primeira foto não possui referência. Embora seja de um hábito poderia ser de uma roupa qualquer. A referência, nesse caso, precisa ser textual ou de exposição. A roupa será reconhecida como de um monge se houver um texto que acompanhe a foto ou se ela fizer parte de um conjunto de imagens sobre a vida religiosa.
A segunda foto possui um elemento agregador de informação. Embora as roupas estendidas no varal sejam comuns, o quadro em segundo plano é uma referencia religiosa.
Como as duas fotos fazem parte de uma reportagem fotográfica sobre a vida religiosa, elas acabam por ser suficientes em si mesmas.