domingo, 26 de dezembro de 2010
ainda Natal
Espero que no Natal de vocês, caros visitantes, tenha sido repleto de alegrias.
Desculpem a ausência.
Piorará!
Estou indo para a segunda casa, a cidade do coração.
Mandarei notícias do frio dos dias e do calor dos corações.
Mas fica meu sesejo para 2011: que tenhamos lindas novidades e muita paz.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
domingo, 28 de novembro de 2010
souvenirs
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Portuenses à moda do Porto
sábado, 13 de novembro de 2010
Documentário
O Vinicius do blog plano SUL americano (http://planosulamericano.wordpress.com/) indicou.
Assisti, gostei e indico.
O doc é dividido em três partes que estão a seguir.
xx
xx
Assisti, gostei e indico.
O doc é dividido em três partes que estão a seguir.
xx
xx
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
terça-feira, 9 de novembro de 2010
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Para comemorar
Dia 12 de novembro o programa "Direitos de resposta" completa 5 anos. Para comemorar haverá um debate sobre liberdade de expressão e participação social nas comunicações.
Lém disso haverá o lançamento do livro “A sociedade ocupa a TV”, memória do processo que culminuou com a ocupação da Rede TV! pelo programa que tratava de Direitos Humanos.
O programa começou a partir de uma ação civil pública movida por organizações da sociedade civil contra a Rede TV! por violação de direitos humanos. Um marco na história brasileira.
De lá pra cá, a luta pelo direito à comunicação avançou, mas ainda há muito pra
Serviço:
Data: 12 de novembro de 2010, sexta-feira, das 18:30 às 21:30
Local: Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura, Av Paulista 37 (Próximo ao metrô Paraíso)
Mais informações: www.intervozes.org.br – (11) 3877-0824
Marcadores:
jornalismo,
para comemorar,
televisão
domingo, 7 de novembro de 2010
sábado, 6 de novembro de 2010
Série Souvenirs

38. Perereca e stickers (Louvre Musée, Paris).

39. Sabonete com coroa imperial (Torre de Belém, Portugal), azulejo português e copo plástico de cerveja Sagres.

40. Radiografia pessoal com alterações degenerativas com formações osteofitarias, nota de 500 pesos e espelhos ( Museo Frida Khalo – La Casa Azul, México).
A série souvenirs é um trabalho do Fernando de Tacca que mistura conceitos, impressões e expressões subjeitvas por meio de (des)construções fotográficas.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
domingo, 31 de outubro de 2010
sábado, 30 de outubro de 2010
stand by me
Stand by Me from theRedPillRadio on Vimeo.
A música dispensa apresentação. Porém a maneira como foi instrumentalizada é linda. Pessoas que não se conhecem (três deles artistas de rua) cantam juntos. O trabalho foi feito por técnicos de som e imagem voluntários, que se ocuparam de captar o som de cada um dos "cantores", individual e mundialmente.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
sábado, 23 de outubro de 2010
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Fotografar cidades 4
Como fazer fotos de cidades diferente daquelas de catálogos? Já falei em posts anteriores sobre a importância da escolha do ângulo. Hoje falo sobre pequenos detalhes que podem dar um ar de graça nas fotografias.
Estas duas fotos foram feitas em Madri de cima daqueles ônibus para turistas. Aproveitei o vidro para fazer uma moldura para a cidade cosmopolita e organizada pela qual me encantei.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
terça-feira, 19 de outubro de 2010
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Ponteiradiantar
Adiantar o ponteiro em uma hora. O pequeno ato causa tantas confusões em minha terrinha de dentro que resolvi verbalizar: ponteiradiantar.
Verbo que serve bem a tantas coisinhas miúdas da vida.
Ponteiradianto todos os dias o lanche das 10. Tenho fome antes. E lá se vai o diário alimentar bem regido pela ladainha: de três em três horas. Tudo fica ponteiradiantado porque uma bolachinha puxa o bife que puxa a fruta e a sobremesa. A sopa da janta chega ao meio da tarde e o lanche da madrugada vira ceia ponteiradiantada e, então, preciso inventar palavrinha doce que dialogue de manso com o suco ou o iogurte da hora que já passou.
Ponteiradianto o fim da reunião chata rabiscando em meu caderno de desenhos circulinhos, em sentido horário, claro.
Ponteiradianto certas leituras, saltando virgulas e comendo linhas.
E quando chega o dia de pagar as contas. Ah! Esse, de tanto ponteriadiantar salto logo, para logo ter mais um tantinho para gastar.
Só não consigo ponteiradiantar a morte da saudade. O laço da distância não tem corda suficiente para ao coração de longe esse coração daqui se aconchegar.
domingo, 17 de outubro de 2010
sábado, 2 de outubro de 2010
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
domingo, 26 de setembro de 2010
Reeditado
Descobri com a ajuda da prima que uma casa quis sussurrar um pouquinho mais, quem sabe soltar um pequeno grito ao se repetir. Ou quem sabe atrapalhei-me ao sussurrar – deve ser uma dessas coisas que acontecem quando temos tanto a falar. Corrigindo o erro segue o Sussurro 6 reeditado.
Viana do Castelo.
sábado, 25 de setembro de 2010
imagem latente
Não sou de muitas palavras. Acho que é a minha natureza imagética que me faz assim. Sou de olhares e silêncios fomentados pela solidão do ofício fotográfico. E quando me pedes palavras – aquelas que revelam o íntimo -, elas me fogem. Fico num balbuciar alucinado procurando com os olhos um ponto de fuga, um quadro, um rasgo de luz que se transforme em imagem para que eu possa descrever-me. Sou imagem latente. E fadigada suplico-te, leia-me. E lerás a saudade e as lembranças e os sonhos e a distância e tudo aquilo que não sei revelar.
Marcadores:
fotografia,
histórias fotográficas,
quebrando o silêncio
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
domingo, 19 de setembro de 2010
sábado, 18 de setembro de 2010
domingo, 12 de setembro de 2010
“quem observar os movimentos de um fotógrafo munido de aparelho (ou de um
aparelho munido de fotógrafo) estará observando movimento e caça. O antiqüíssimo gesto do
1 Somados o tempo de todas as 2.500 fotografias que realizei chego a um registro de 20 segundos aproximadamente, visto
que, em geral, trabalhei com exposição de 1/60 segundos.
564 Reportagem fotográfica e liberdade na construção narrativa
5º SOPCOM – Comunicação e Cidadania
caçador paleolítico que persegue a caça na tundra. Com diferença de que o fotógrafo não se
movimenta em pradaria aberta, mas na floresta densa da cultura.” (Flusser, 1985:22)
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
O sal da língua

Escuta, escuta: tenho ainda
uma coisa a dizer.
Não é importante, eu sei, não vai
salvar o mundo, não mudará
a vida de ninguém - mas quem
é hoje capaz de salvar o mundo
ou apenas mudar o sentido
da vida de alguém?
Escuta-me, não te demoro.
É coisa pouca, como a chuvinha
que vem vindo devagar.
São três, quatro palavras, pouco
mais. Palavras que te quero confiar,
para que não se extinga o seu lume,
o seu lume breve.
Palavras que muito amei,
que talvez ame ainda.
Elas são a casa, o sal da língua.
Eugénio de Andrade
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
XVI Encuentros abiertos – Festival de la Luz


Acontece na Argentina até o final deste mês o XVI Encuentros abiertos – Festival de la Luz.
Há esposições em vários lugares e uma que eu gostaria de ver é a Brassaï em Buenos Aires.
A mostra, que fica em cartaz no MNBA – Museo Nacional de Bellas Artes até 26 de setembro e é composta por 126 fotografias.
Para saber mais sobre a mostrra e festival acesse:
www.encuentrosabiertos.com.ar
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
É urgente o amor
É urgente o amor.
É urgente um barco no mar.
É urgente destruir certas palavras,
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos,
muitas espadas.
É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras.
Cai o silêncio nos ombros e a luz
impura, até doer.
É urgente o amor, é urgente
permanecer.
Eugénio de Andrade
porque há dias que a saudade dói
foto: Diamantino Carvalho
sábado, 4 de setembro de 2010
sábado, 28 de agosto de 2010
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
domingo, 15 de agosto de 2010
09-05-1929
12-08-2010
Minha lembrança mais remota é a de um homem muito alto com olhos sorridentes que me carregava para perto das nuvens. Acho que foi a experiência de experimentar a proximidade do céu, nos braços do meu pai, que me ensinou a sonhar e a sorrir com os olhos. A acreditar que o mundo e as gentes que o habitam são bons, mesmo quando teimam em ser ruins. A crer que a melhor herança não é aquela que se gasta, mas sim a única que pode ser eterna: uma caixa repleta de boas lembranças.
Partilho com vocês um bolo de aniversário em formato de castelo feito pelas mãos do confeiteiro; algumas horas perdidas em uma loja feminina a escolher um vestido vermelho para o primeiro baile com o primeiro namorado; o som do coração e o calor do colo paterno antes de dormir; a laranja descascada de uma única vez e o sorriso cúmplice quando a casca se partia e rapidamente a jogávamos no lixo deixando para trás, sempre com bom humor, aquilo que teimava em nos vencer; as panelas de doces sempre fartas de “restinhos” para raspar; os chás para curar tudo do “doutor cipó”; o foguetório em qualquer ocasião do Mané Fogueteiro; as receitas de emagrecer que consistiam em conselhos de comer por um para ter o corpinho de um; os anjinhos feitos de isopor e lantejoulas distribuídos no Natal; os ninhos de Páscoa que faço há 45 anos; as distrações que faziam o carro parar no muro ou no paralama dos carros dos vizinhos; o jardim bem cuidado repleto de flores e sempre com uma mudinha de babosa para dar de presente a um convertido aos benefícios da planta; as noites nos velórios que deviam ser animadas, porque afinal “a vida é uma celebração e a morte uma distinção”; as brincadeiras no mar que o assustava – nunca aprendeu a nadar – e o fascinava; a alegria intensa e a gratidão que devemos ter por cada instante; os olhos marejados e assustados quando a violência rondou minha vida; as horas dispensadas na procura de um carro bonito – acabamos por comprar o mais bonito do pátio – vermelho lustroso e com muitos problemas mecânicos, mas estávamos orgulhosos da nossa compra; do sorriso esboçado no último dia dos pais quando as novidades do meu coração o fizeram se alegrar; dos olhos que brilharam quando ao me despedir disse” te amo”...
Há uma vida dentro dessa caixa e tenho certeza que outra caixa, igualzinha a essa, está a ser aberta lá no céu eternizando essa existência brilhante que tive o privilégio de partilhar.
Partilho com vocês um bolo de aniversário em formato de castelo feito pelas mãos do confeiteiro; algumas horas perdidas em uma loja feminina a escolher um vestido vermelho para o primeiro baile com o primeiro namorado; o som do coração e o calor do colo paterno antes de dormir; a laranja descascada de uma única vez e o sorriso cúmplice quando a casca se partia e rapidamente a jogávamos no lixo deixando para trás, sempre com bom humor, aquilo que teimava em nos vencer; as panelas de doces sempre fartas de “restinhos” para raspar; os chás para curar tudo do “doutor cipó”; o foguetório em qualquer ocasião do Mané Fogueteiro; as receitas de emagrecer que consistiam em conselhos de comer por um para ter o corpinho de um; os anjinhos feitos de isopor e lantejoulas distribuídos no Natal; os ninhos de Páscoa que faço há 45 anos; as distrações que faziam o carro parar no muro ou no paralama dos carros dos vizinhos; o jardim bem cuidado repleto de flores e sempre com uma mudinha de babosa para dar de presente a um convertido aos benefícios da planta; as noites nos velórios que deviam ser animadas, porque afinal “a vida é uma celebração e a morte uma distinção”; as brincadeiras no mar que o assustava – nunca aprendeu a nadar – e o fascinava; a alegria intensa e a gratidão que devemos ter por cada instante; os olhos marejados e assustados quando a violência rondou minha vida; as horas dispensadas na procura de um carro bonito – acabamos por comprar o mais bonito do pátio – vermelho lustroso e com muitos problemas mecânicos, mas estávamos orgulhosos da nossa compra; do sorriso esboçado no último dia dos pais quando as novidades do meu coração o fizeram se alegrar; dos olhos que brilharam quando ao me despedir disse” te amo”...
Há uma vida dentro dessa caixa e tenho certeza que outra caixa, igualzinha a essa, está a ser aberta lá no céu eternizando essa existência brilhante que tive o privilégio de partilhar.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
terça-feira, 10 de agosto de 2010
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