Postarei se o mar deixar.
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
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terça-feira, 15 de dezembro de 2009
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Prêmio Esso

O Prêmio Esso de Fotografia foi para Arnaldo Carvalho do Jornal do Commercio de Pernambuco.
A imagem faz parte da reportagem Caminhos da Fome http://www2.uol.com.br/JC/sites/feridas/
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domingo, 13 de dezembro de 2009
Adivinhem onde eu estava três minutos depois de fazer esta foto
sábado, 12 de dezembro de 2009
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Mais um pouco de Thomas Farkas





O trabalho do Thomaz Farkas é marcado pela exploração de planos e textura.
Foi o primeiro fotórgrafo a expor em um museu de arte no Brasil, em 1948 no Masp.
No fotojornalismo Farkas registrou eventos como as comemorações em São Paulo do final da II Grande Guerra em 1945, a Bienal de 1954 e a construção e inauguração de Brasília em 1960. Atualmente seus trabalhos integram a Coleção Pirelli e o acervo permanente do Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA).
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Thomas Farkas
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Vídeo feito pela Clix homenageia Thomas Farkas um dos pioneiros da moderna fotografia do Brasil. Falarei mais sobre ele.
Vídeo feito pela Clix homenageia Thomas Farkas um dos pioneiros da moderna fotografia do Brasil. Falarei mais sobre ele.
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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
475 volver e a escada
A mostra "Projetáveis" foi a que mais gostei. O material foi exposto no Santander Cultural. Cosntruído em 1932, o prédio de arquitetura neoclássica fica na Praça da Alfândega, no centro de Porto Alegre.
Gostei de imediato da projeção "475 Volver", da artista mineira Cinthia Marcelle, em que um trator repete os movimentos rumo ao infinito. Percebi que teria uma composição interessante unindo o desenho da foto com o da escada. Procurei um lugar alto, esperei que alguém subisse a escada e pronto.
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sábado, 5 de dezembro de 2009
Porque hoje é sábado 5
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Na Bienal
Fui para Porto Alegre ver a Bienal do Mercosul. Foi uma experiência interessante.
A ideia da Bienal é promover um espaço aberto para as artes visuais experimentais do continente.
Chovia em Porto Alegre, o voo atrasou meia hora e nos perdemos já na saída da locadora de carros rumo ao cais do Porto, local de quatro mostras.
Não querendo parecer troglodita diante da arte dos outros, mas também sabendo que não consigo calar meus pensamentos palpiteiros e tendo consciência de que a arte tem um conceito abstrato (e perigoso), procurei estar de mente aberta.
Havia obras muito óbvias (quase sopa de letrinhas) e outras tão abstratas que nem sei o que poderiam ser/representar/dizer (em muitos momentos senti falta de um manual)
Embora eu não seja uma especialista em arte contemporânea, leia menos do que gostaria e esteja sempre afundada em fotografias, creio que tenho um repertório razoável para compreender boa parte das coisas que me são apresentadas como discurso visual. Gosto de algumas e desgosto de outras, mas ai entra a minha parte palpiteira.
Na mostra Desenho das Ideias um garoto parado diante de um quadro com vários riscos de nanquim perguntou ao guia: você acha que isso é arte? Espichei as orelhas, curiosíssima.
O guia pigarreou, encheu o pulmão de ar e disse: acho que é criatividade, mas se está na aqui (na Bienal) é arte.
Pronto. Assunto resolvido. Meu olhar crítico e meus miolos palpitantes de tanto palpitar se aquietaram. Absorvi o que gostei, o resto esqueci.
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