Postarei se o mar deixar.
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
domingo, 20 de dezembro de 2009
sábado, 19 de dezembro de 2009
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Prêmio Esso

O Prêmio Esso de Fotografia foi para Arnaldo Carvalho do Jornal do Commercio de Pernambuco.
A imagem faz parte da reportagem Caminhos da Fome http://www2.uol.com.br/JC/sites/feridas/
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domingo, 13 de dezembro de 2009
Adivinhem onde eu estava três minutos depois de fazer esta foto
sábado, 12 de dezembro de 2009
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Mais um pouco de Thomas Farkas





O trabalho do Thomaz Farkas é marcado pela exploração de planos e textura.
Foi o primeiro fotórgrafo a expor em um museu de arte no Brasil, em 1948 no Masp.
No fotojornalismo Farkas registrou eventos como as comemorações em São Paulo do final da II Grande Guerra em 1945, a Bienal de 1954 e a construção e inauguração de Brasília em 1960. Atualmente seus trabalhos integram a Coleção Pirelli e o acervo permanente do Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA).
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Thomas Farkas
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Vídeo feito pela Clix homenageia Thomas Farkas um dos pioneiros da moderna fotografia do Brasil. Falarei mais sobre ele.
Vídeo feito pela Clix homenageia Thomas Farkas um dos pioneiros da moderna fotografia do Brasil. Falarei mais sobre ele.
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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
475 volver e a escada
A mostra "Projetáveis" foi a que mais gostei. O material foi exposto no Santander Cultural. Cosntruído em 1932, o prédio de arquitetura neoclássica fica na Praça da Alfândega, no centro de Porto Alegre.
Gostei de imediato da projeção "475 Volver", da artista mineira Cinthia Marcelle, em que um trator repete os movimentos rumo ao infinito. Percebi que teria uma composição interessante unindo o desenho da foto com o da escada. Procurei um lugar alto, esperei que alguém subisse a escada e pronto.
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sábado, 5 de dezembro de 2009
Porque hoje é sábado 5
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Na Bienal
Fui para Porto Alegre ver a Bienal do Mercosul. Foi uma experiência interessante.
A ideia da Bienal é promover um espaço aberto para as artes visuais experimentais do continente.
Chovia em Porto Alegre, o voo atrasou meia hora e nos perdemos já na saída da locadora de carros rumo ao cais do Porto, local de quatro mostras.
Não querendo parecer troglodita diante da arte dos outros, mas também sabendo que não consigo calar meus pensamentos palpiteiros e tendo consciência de que a arte tem um conceito abstrato (e perigoso), procurei estar de mente aberta.
Havia obras muito óbvias (quase sopa de letrinhas) e outras tão abstratas que nem sei o que poderiam ser/representar/dizer (em muitos momentos senti falta de um manual)
Embora eu não seja uma especialista em arte contemporânea, leia menos do que gostaria e esteja sempre afundada em fotografias, creio que tenho um repertório razoável para compreender boa parte das coisas que me são apresentadas como discurso visual. Gosto de algumas e desgosto de outras, mas ai entra a minha parte palpiteira.
Na mostra Desenho das Ideias um garoto parado diante de um quadro com vários riscos de nanquim perguntou ao guia: você acha que isso é arte? Espichei as orelhas, curiosíssima.
O guia pigarreou, encheu o pulmão de ar e disse: acho que é criatividade, mas se está na aqui (na Bienal) é arte.
Pronto. Assunto resolvido. Meu olhar crítico e meus miolos palpitantes de tanto palpitar se aquietaram. Absorvi o que gostei, o resto esqueci.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Pequenas dicas 17


Pequenos detalhes podem fazer a diferença em uma foto.
(na vida também, vá lá)
Ao fazer fotos jornalísticas é importante pensar como o leitor receberá a foto e se haverá elementos suficientes para que ele compreenda não só a informação, mas o contexto.
Ao fazer imagens sobre o cotidiano da vida religiosa fotografei esses dois varais.
A primeira foto não possui referência. Embora seja de um hábito poderia ser de uma roupa qualquer. A referência, nesse caso, precisa ser textual ou de exposição. A roupa será reconhecida como de um monge se houver um texto que acompanhe a foto ou se ela fizer parte de um conjunto de imagens sobre a vida religiosa.
A segunda foto possui um elemento agregador de informação. Embora as roupas estendidas no varal sejam comuns, o quadro em segundo plano é uma referencia religiosa.
Como as duas fotos fazem parte de uma reportagem fotográfica sobre a vida religiosa, elas acabam por ser suficientes em si mesmas.
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terça-feira, 24 de novembro de 2009
quem precisa deles?
Foram cinco nesse ano.
O primeiro ficou entre as cadeiras do auditório da UP.
O segundo de tão maravilhosamente pequeno escapou entre meus dedos e se quebrou de encontro ao chão da UP.
O terceiro esqueci na pia do banheiro da UP.
o quarto caiu no vaso sanitário na UP(sim, eu o resgatei)e não quis funcionar mais
O quinto resolveu simplesmente parar de funcionar, lá na UP.
Resumo: estou sem celular.
Moral da história: celular e trabalho não combinam (será isso?)
O primeiro ficou entre as cadeiras do auditório da UP.
O segundo de tão maravilhosamente pequeno escapou entre meus dedos e se quebrou de encontro ao chão da UP.
O terceiro esqueci na pia do banheiro da UP.
o quarto caiu no vaso sanitário na UP(sim, eu o resgatei)e não quis funcionar mais
O quinto resolveu simplesmente parar de funcionar, lá na UP.
Resumo: estou sem celular.
Moral da história: celular e trabalho não combinam (será isso?)
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
sobre cobras e mulheres

Minha prima Ayde fez uma observação sobre a leitura fotográfica que eu adorei e reproduzo abaixo.
"Do caráter das mulheres
Insisto sempre com meus filhos que é possível ter um primeiro e importante indicador do caráter de uma mulher simplesmente fotografando-a. E fotografando-a de modo que ela se saiba fotografada, e que possa, se quiser, compor-se antes do clique: arranjar os cabelos, acertar as sobrancelhas rebeldes, ajeitar a gola, aprumar as costas, essas coisas que nós mulheres fazemos instintivamente na presença de uma câmera. Nada disso importa, na verdade. O que importa é que ela não seja apanhada de surpresa; que saiba, repito, que vai ser fotografada. E se para a foto ela entortar para um lado a cabecinha, fazendo cara de meiga, é melhor sair de fininho, pois se trata de uma jararaca. Só as jararacas fazem cara de meiga para a foto".
Depois de ler, corri para os meus arquivos e encontrei muitas jararacas embora só tenha uma única foto de cobra, a que ilustra este post.
O blog da prima é
http://ninhodealveloas.blogspot.com/
A foto foi feita na praia dos Amores, SC.
sábado, 21 de novembro de 2009
gostaria de estar lá
Porque hoje é sábado 4
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Masterclass Bélico
Curitiba não é o Rio, mas um dia vai ser
O título e gravata da matéria do Rafael Urban dão um gostinho do texto muito bem construído, publicado na Revista Piauí - uma das melhores revistas de reportagem do Brasil.
A edição eletrônica pode ser acessada até o dia 30.
Lá, vocês também poderão ver as minhas fotos http://www.revistapiaui.com.br/edicao_38/artigo_1178/Masterclass_belico.aspx
sábado, 14 de novembro de 2009
Porque hoje é sábado 3
Foi num sábado que minha amiga Edu me levou para conhecer o Alto Douro.
A vista que se descortinou para mim, depois de uma pequena caminhada com os olhos vendados, é de uma beleza impressionante.
A região fica ao nordeste de Portugal e é desde 2001 Patrimônio da Humanidade.
Lá se produz vinho há mais de 2000 anos.
As vinhas são plantadas em socalcos, espécies de pequenos planaltos distribuídos ao longo das montanhas.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Série Souvenirs
O importante no retrato não é a expressão, mas o silêncio
Essa frase do Bresson me acompanha sempre que vou fazer retratos - uma das categorias que mais gosto.
Fico pensando: será esse o momento do silêncio revelador?
Inquieta e perdida em meus pensamentos sobre o fotografado e sua história, espero o momento certo.
Por conta disso, um retrato que não possui nenhuma dificuldade técnica e poderia ser feito em menos de um segundo leva vários minutos. Finjo que arrumo foco, que ajeito a câmera. Sempre a esperar.
E então o silêncio surge de repente, um instante no qual uma vida toda passa pelos olhos do modelo, um lampejo no qual se vislumbram sonhos.
Foi assim com essas fotos.
Dia de desfile de carnaval em Curitiba. Chovia. Eu estava com muita preguiça de sair de casa, mas comprometida com um grupo de fotógrafos e um projeto de documentar o carnaval curitibano, lá fui eu. A chuva forte obrigou os carnavalescos e todos os malucos que estavam por lá a se abrigarem sob a marquise do palácio do governo. Das conversas com os integrantes do grupo de catadores reservo esses como os meus retratos preferidos.
A primeira foto surgiu como um pedido sem fala. Apontei a câmera e esperei. Dois, três minutos e então a pose, o vento e o silêncio, registrados em 125 avos de segundo.
A máscara um pouco caída captura minha atenção na segunda foto, junto com a vida parece jorrar dos olhos da modelo.
O olhar da terceira foto é repleto de mistério.
E o da quarta é uma indagação.
Qual a impressão de vocês sobre esses retratos?
Qual deles é o melhor?
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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Tudo que há para saber do amor é deslumbrada aceitação. Não se aprende a amar, Camila; não há vontade democrática capaz de espalhar a paixão pelas bolsas de pobreza onde ela não chega, nem fábricas capazes de a produzir em peças para montagem, construção ou exportação. Não há nada de justo nesse sentimento: a justiça, aliás, não passa de um espetáculo de ordenação do mundo, um circo que inventamos para substituir a irracional lei do coração.
trecho do livro "nas tuas mãos" de Inês Pedrosa
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
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