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sexta-feira, 22 de maio de 2009

intervenção urbana




Tom Lisboa é um artista visual que gosto muito. Não só por ser muito agradável gastar horas de conversa com ele, mas também por seu talento.
Suas idéias são ótimas, principalmente as intervenções urbanas.
O tema desse ano é Mirando(a).
A intervenção é feita com 60 imagens de pássaros que foram capturadas da internet, emolduradas e devolvidas ao que seria seu "habitat natural".

A colocação das obras acontecerá durante todo o mês de maio. Para quem quiser acompanhar ao vivo a "revoada",
Tom Lisboa criou um Twitter (tomlisboa) para dar informações sobre locais e horários da intervenção. Além disso, ensaios fotográficos de mirando(a) serão publicados, simultaneamente, em um site (www.sintomnizado.com.br/mirando).

Data: 1º a 31 de maio de 2009
Locais/horários serão informados por twitter: twitter.com/tomlisboa
Outras fotos e informações no site: www.sinTOMnizado.com.br/mirando

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Miguel Rio Branco





Miguel da Silva Paranhos de Rio Branco.
Esse é o nome completo de um dos mais criativos fotógrafos documentais brasileiros.
Fotógrafo, diretor de fotografia, pintor autodidata.
Suas fotos documentais têm a cor saturada e enquadramentos muito ousados.
São quadros nos quais a luz é cuidadosamente capturada.
Quando olho as fotos do Rio Branco tenho a sensação de que elas são um recorte feito lentamente, que penetra a alma do fotografado.
Não se pode ficar inerte diante de Miguel Rio Branco.
Sua obra figura entre as principais coleções de arte, dentre as quais a de Gilberto Chateaubriand, no Rio de Janeiro, o Stedjelik Museum, Amsterdam, o Museum of Photographic Arts, San Diego, e a de David Rockefeller, Nova York.
É autor dos livros Dulce Sudor Amargo, 1985, Nakta, 1986, Miguel Rio Branco, 1998, Silent Book, 1998 e Entre Olhos o Deserto, 2001

terça-feira, 19 de maio de 2009

Keiny Andrade





Keiny Andrade é o único fotógrafo brasileiro selecionado para participar do Festival de Fotografia de Sevilla.
Figura simpaticíssima que adora falar sobre fotografia, trabalhou em diversos jornais e revistas brasileiros antes de se estabelecer no Porto, onde faz mestrado na Universidade Fernando Pessoa desde 2007.
As nove fotos fazem parte um ensaio que ele está desenvolvendo em Portugal e que se chama: “Entre o tempo, o silêncio e algumas pulsações”.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Série Souvenirs


Da série Souvenirs
“Petite Danseuse de Quatorze Ans” de Edgar Degas (Art Institute de Chicago, EUA) e máscara veneziana sobre grafite no asfalto - para Alfred Rethel

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Fotógrafos são seres díspares, nômades de origem, que agem na maior parte das vezes como flâneurs solitários


A frase e a foto é do pesquisador e fotógrafo Luiz Eduardo Achutti.
Me encontrei nela.

João Urban


João Urban leva a exposição e o livro Tui i Tam para o Festival de fotografia em Lille, na Maison de la Photographie.
Urban é considerado um artista de memória.
Ele se dedica à fotografia documental desde os anos 60.
Tui i Tam (Aqui e Lá) foi publicado em 1984 e retrata os poloneses que se estabeleceram no sul do Brasil.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Trabalhadores







Para comemorar o dia do trabalho, Sebastião Salgado e o livro Trabalhadores.
O livro de 1993 já debutou, mas é atual.
Fotografias não envelhecem.
A obra, que levou sete anos para ser realizada, reúne 350 fotos de trabalhadores de várias partes do mundo em 400 páginas.
Uma das características técnicas de Salgado que mais gosto é o seu trabalho em contraluz. Com isso ele ressalta as sombras e consegue uma profundidade muito interessante. Voltarei a falar sobre isso.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Pierre Verger







Há um novo livro sobre fotografia
Pierre Verger - Fotografias Para Não Esquecer

Editado pela Terra Virgem o livro traz fotos em preto e branco feitas por Verger no Brasil entre 1940 e 1950.
A seleção é de Diógenes Moura, curador de fotografia da Pinacoteca.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Brasileiros no WPP





Três brasileiros estão entre os ganhadores do principal prêmio de fotojornalismo do mundo, o World Press Photo.

André Vieira, Eraldo Peres e Luiz Vasconcelos receberam a npticia na sexta-feira 13 de fevereiro.

LUIZ VASCONCELOS, ganhou o 1º Lugar na Categoria Notícias Gerais, com uma foto que traz uma indígena tentando impedir que um batalhão de policiais invada as terras habitadas por seu povo


ANDRÉ VIEIRA, ficou com o 3º lugar da Categoria Arte e Entretenimento, pelo registro de Xhunos, um estilista de Luanda, na Angola

ERALDO PERES, Menção Honrosa na Categoria Cotidiano, pela imagem que destaca a reação de populares em volta de Thiago Franklino Lima, morto na favela do Coque, em Recife.

AVE LEICA





Cristiano Mascaro é arquiteto e fotógrafo.
Bastante conhecido por seus registros sobre a arquitetura e patrimônio histórico brasileiro, Mascaro publicou na Folha de S. Paulo o seguinte texto:


Ave Leica de Cristiano Mascaro

"Não sei como acontece com outros artistas, os pintores com seus pincéis, os escultores com seus cinzéis, os gravadores com suas goivas .
No entanto posso assegurar que nós, fotógrafos, desenvolvemos uma enorme e saudável relação de afeto com nossas câmeras fotográficas.
Certamente porque elas estão permanentemente por perto, ao alcance de nossas mãos.
Não podemos nos afastar. Estão sobre a mesa de trabalho, dentro da mochila, na bolsa a tiracolo e quase sempre bem pertinho, colada em nossos rostos ou pendurada no pescoço, roçando no coração.
E, se porventura, for uma Leica, é caso de paixão. Não é para menos.
Foram essas câmeras miúdas, que cabem na palma de nossas mãos, que libertaram os fotógrafos pioneiros -Cartier-Bresson, inclusive- da ditadura dos equipamentos enormes, obrigatoriamente apoiados em um pesado tripé.
Daí, descobriram a rua. Podiam caminhar livremente pelas calçadas e fotografar ao mesmo tempo, surgindo assim o que talvez tenha sido uma de suas maiores descobertas: registrar a vida como ela é.
Não somente os grandes acontecimentos, as guerras e as catástrofes naturais, mas sobretudo a vida cotidiana, revelando e tornando grandiosas as miudezas do dia-a-dia.
Hoje, tenho duas câmeras Leica que me acompanham em meus trabalhos, o que me dá uma sensação de segurança, uma certeza de que tudo irá correr bem. Não me desgrudo.
Mas sei que em um futuro muito próximo talvez tenha de abandoná-las. Essa infernal tecnologia digital avança vertiginosamente, os meus filmes estão cada vez mais raros e, dessa forma, já me vi obrigado a comprar um trambolho de 21,5 megapixels. É um horror!
Mal desenhado, pesa uma enormidade, tem exatos 22 botões para acessar suas múltiplas funções, a maioria delas dispensáveis, além de uma alavanca de “liga” e “desliga”.
Sem comentar que me obriga a carregar, quando viajo, uma quantidade inacreditável de cabos, baterias, lap-tops, noves fora seu recurso mais brochante: poder ver, imediatamente, o que acabei de fotografar.
Com minha Leica isso é impossível, felizmente. Dessa forma, não tenho a certeza imediata de nada e, assim, posso me concentrar em meu trabalho como nunca.
Sei que a cada disparo não poderei voltar atrás, o que me torna mais seletivo e rigoroso -isto é, mais senhor do que estou fazendo. Opto pela incerteza, na contramão daqueles que jamais trocariam o certo pelo incerto. Mas a fotografia na qual acredito é assim mesmo.
É a expressão de uma atitude drástica, resultado de uma busca onde há mais surpresas do que certezas.
Cartier-Bresson, Robert Capa, Eugene-Smith, Thomas Farkas, Pedro Martinelli e tantos outros, todos com suas Leicas na linha de mira, não me deixariam mentir ou exagerar."

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Wank Carmo








A vida diária de personagens populares de São Luís do Maranhão inspiram o ensaio do fotógrafo de Boa Vista, Wank Carmo.
A seguir a fala do fotógrafo:
"A rua além de se tornar minha segunda mãe, passou a ser também minha analista. Nela, aprendi a ler o mundo e seus caracteres. Não preciso pagar por nem um milésimo de segundo de alívio mental quando estou sentindo os odores das vielas, becos, ruas e avenidas. O meu lance às vezes é a muvuca; em outros momentos, as ruas cálidas e aconchegantes dos casais de namorados e dos desvalidos de algumas coisas.
È neste universo, nos períodos de minhas perambulações sagradas, resolvi registrar alguns signos carregados de energia e emoção. Comecei a brincar de viver estes momentos, observando e respeitando a maneira dos seres humanos levarem a vida. Sob o sereno amazônico nesta época do ano corrente, precisamente em São Luiz, este trabalho tem uma particularidade: quando fui ao encontro da festa, decidi que iria organizar as imagens no pique fotojornalistico: “Fez bem, fez, não fez, reprovar-me-ei.” Assim, dei-me por satisfeito em me juntar ao imagético e frenético banquete dos mortais, vendo-os rodopiarem como piões nas festas que nunca nos cansa com seus replays sagrados".

domingo, 7 de dezembro de 2008

Pedro Martinelli







Pedro Martinelli está lançando um novo livro: Gente X Mato. Nele o fotógrafo apresenta a "sua" Amazônia. Aquela que ele conheceu nos anos 1970 e continuou documentando até hoje.

O livor foi concebido e editado pelo fotógrafo, pelo jornalista/roteirista Marcelo Macca e pelo designer Ciro Girard.

Esse é o terceiro livor de Martinelli. Os outros dois são Amazônia, o povo das águas e Mulheres da Amazônia.

O livro lança uma pergunta aos brasileiros: "Na Amazônia, o mito, ainda cabem vários sonhos e projetos de futuro. Mas e na Amazônia real? Ainda cabe o quê?"

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Carvoeiros Urbanos





Hoje, sugiro um passeio pelas fotos de Sandra Gonçalves: Carvoeiros Urbanos


http://www.fotografia.ufrgs.br/port/05_portfolio/sandra_goncalves/pages/6.htm

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Centenário de Bresson

Em Pequim, 1948

Estação de Saitn-Lazare, 1932

França, 1932

Desenhando um auto-retrato em 1992. Fotografado por Martine Franck

Rue Moufeterd, 1954


Hoje, Bresson faria cem anos.
O francês é um dos mais importantes mestres da fotografia do século 20 e um dos pais do fotojornalismo.
Foi ele quem estabeleceu as bases do fotojornalismo e fez escola com o "momento decisivo".
Começou como desenhista e escritor e começou a careira como fotógrafo aos 22 anos, quando, depois de viajar pela Europa e África, publicou suas fotos na revista Vu.
Sua Leica capturou fatos históricos como a Guerra Civil espanhola (1936 - 1939). Foi naquele momento que Bresson, junto com Robert Capa, deram a direção do moderno fotojornalismo de guerra.
Em 1947 Bresson, Capa, George Rodger e David Seymour fundaram a agência Magnum que se mantém até hoje como a principal agência de fotojornalismo do mundo.
O momento decisivo de Bresson deu nome ao seu livro mais famoso, publicado em 1952.
Algumas frases:

“Nunca pus meu trabalho a serviço de uma idéia. Tenho horror às imagens que defendem uma tese. [...] As pessoas estão fartas de idéias. Como se houvesse um prêmio por ser inteligente”.

“Para mim, as imagens devem ser mudas. Elas precisam falar ao coração e aos olhos, não devem ser ligadas ao texto. Podemos fazer uma imagem na imprensa dizer qualquer coisa”.

“Dou meu testemunho de que estive lá e que vi aquilo”.

“Apertar o disparador, tirar a foto. Está é minha paixão”.

“Quanto mais câmeras circulem, menos fotógrafos haverá”.

“Fotografar é colocar na mesma linha de mira cabeça, olho e coração”

“A câmera é o prolongamento do meu olho”.

“É ótimo ser famoso... com a condição de ser desconhecido”.

sábado, 9 de agosto de 2008







Este é o equipamento que o fotógrafo Vincent Laforet levou para a China.
São 7 malas de equipamento.
Prova de que fotografar exige, além de talento, força e organização.

Laforet está na China fotografando para a Newsweek.
Mais fotografias de seu equipamento podem ser vistas no endereço http://www.vincentlaforet.com/Gear/large-1.html