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sábado, 25 de setembro de 2010

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Uma semana em Portugal








Em uma semana tantas coisas acontecem. Amizades renovadas, abraços longos repletos de carinho, novos afetos...
A mesma cidade e as mesmas gentes - tudo tão igual e tão diferente.
Têm sido assim meus dias. Entre mar e páginas que começam a se encher (há muitas em branco e por isso mesmo há esperança), meus dias na terra que amo vão correndo bem. Queria que fossem mais lentos, há tanto a dizer e fazer.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Porque hoje é sábado 10


Viana do Castelo
sábado, 18 de julho de 2009

sábado, 14 de novembro de 2009

Porque hoje é sábado 3





Foi num sábado que minha amiga Edu me levou para conhecer o Alto Douro.
A vista que se descortinou para mim, depois de uma pequena caminhada com os olhos vendados, é de uma beleza impressionante.
A região fica ao nordeste de Portugal e é desde 2001 Patrimônio da Humanidade.
Lá se produz vinho há mais de 2000 anos.
As vinhas são plantadas em socalcos, espécies de pequenos planaltos distribuídos ao longo das montanhas.

sábado, 7 de novembro de 2009

Porque hoje é sábado 2


Um sábado, para ser perfeito, tem que ter farturas.
Farturas é um quitute português parecido com os churros recheados.
A massa é tão leve que se desmancha suavemente na boca e vai se misturando com o açúcar que se derrete... hummm

Que esse sábado seja, para todos nós, de fartura e de todas as delícias.
A foto foi feita em um sábado perfeito do verão portuense.

sábado, 31 de outubro de 2009

Porque hoje é sábado 1


Sábado é dia de flanar...
Mais do que domingo.
Os domingos têm a urgência da expectativa da segunda.
Os sábados sempre me pareceram dias felizes, longos, de comemoração de qualquer coisa, de praia, de sol, de caminhar pelas ruas, de almoçar com calma, de dormir a qualquer hora...

A foto foi feita no sábado 31 de julho de 2009 (aniversário de uma muito querida amiga) em Évora, Portugal.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Nós ossos que aqui estamos por vossos esperamos







Inscrição da Capela dos Ossos, instala na Igreja de São Francisco, Évora, Portugal.
O lugar é surpreendente. Mais de 5000 ossos que vieram dos cemitérios da região compõem o cenário. A capela foi construída por três mongesn, no séc XVII. A idéia é transmitir a mensagem da transitoriedade da vida. Transmite.

sábado, 24 de outubro de 2009

Há penitência?


Vai para Portugal?
Engordará!
Ecler, sandes de leitão, bolas de Berlim (só as do Manoel Natário), quiches, pastéris de Belém, cristas de galo, sardinhas na brasa, aboborada, alheiras, francesinha, pastéis de nata, pataniscas de bacalhau, ...

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Tempo Tempo Tempo


Intercom
Casamento
Aulas
Pesquisa
help!

quero voltar para a preguiça de um fim de tarde de verão em Matosinhos

domingo, 16 de agosto de 2009

Fotografias que não fiz


Há ocasiões e lugares que não cabem na câmera.
Não acontece sempre, mas acontece.
Em agosto de 90 tive a oportunidade de trocar algumas palavras como Sebastião Salgado, então de passagem por Curitiba.
Perguntei: você deixou de fotografar alguma coisa? Com seu jeito manso, bem mineirinho, o tom de voz baixo, quase em confissão, falou que sim.
Não conseguiu fotografar um homem que estava preso a uma árvore, porque era considerado louco. Disse que no momento em que olhou para aquela cena através da ocular da câmera não suportou ferir ainda mais a dignidade daquele homem.
Não fotografou.
Essa fala me marcou.
Esse tipo de coisa me aconteceu duas vezes.
Em uma delas eu estava perto de mercado municipal de Ponta Grossa para uma reportagem sobre a falta de higiene no local. Buscava personagens para meus retratos, na tentativa de humanizar aquela história. Encontrei um senhor muito idoso que remexia em uma lixeira e retirou de lá uma maça. Seus olhos brilharam. Ele limpou a fruta na roupa suja, olhou-a atentamente e a mordeu. Vi a cena por minha ocular. Mas, não consegui fotografar.

A outra vez foi há pouco tempo, em Viana do Castelo.
A paisagem, vizinha dessa que ilustra o post, era tão deslumbrante que senti o tempo parar para que Viana entrasse dentro de mim.
Não fotografei porque nenhuma foto que eu fizesse me agradaria.

Em ambos os casos a fotografia não conseguiria captar o turbilhão de sentimentos que me tocaram por dentro.
Esses são momentos absolutamente individuais. Talvez o homem do mercado e Viana fossem cenas banais para outro fotógrafo.
E talvez eu já tenha feito fotos em cenas que outros não conseguiram registrar.
Mas, não fotografamos somente com a câmera. A diferença não está na qualidade de meu equipamento ou na técnica.
Fotografar é uma coisa de alma. E, às vezes, a alma se sobrepõe ao desejo do registro.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Jornalismo resistente


A sede fica em uma rua estreita, bordada de varandas coloridas em Viana do Castelo, norte de Portugal.

sábado, 8 de agosto de 2009

Pequenas dicas 17


Há inúmeras imagens em nossos arquivos mentais. Alguns estudos dizem que os traumas são resultantes, em grande parte, das imagens que não se consegue esquecer.
As lembranças de amor, de saudade e de alegria profundas também são evocadas por imagens. São quadros que roteirizamos ao longo da vida.
A primeira vez que vi essa imagem, no caminho entre a residência universitária e a UTAD, em Vila Real, pensei: isso me lembra alguma coisa.
Fiquei matutando o dia todo. De noite lembrei-me do filme Sonhos do Kurosawa e por conseqüência do episódio Corvos, um encontro entre um pintor e Van Gogh. Ao filme vieram associadas sensações da primeira vez que o assisti.
As imagens têm este poder de ressuscitar lembranças.
Voltei ao local três vezes até encontrar a luz e o enquadramento ideais. Na primeira vez as sombras estavam muito longas provocando uma confusão entre as linhas da plantação. No dia seguinte a luz estava boa, mas o trabalhador não estava lá. No terceiro dia estavam lá homem e luz, faltava o homem estar no lugar correto. Esperei alguns minutos até que ele se colocasse no ponto adequado. Pronto! Aí está!

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Pequenas dicas 16


O bom fotógrafo tem sempre em mãos uma bateira suplente.
Não sou uma boa fotógrafa.
Em uma das viagens por Portugal esqueci a bateria e o carregador na casa de meus amigos.
Não fotografei um dos lugares mais lindos que conheci: Monsaraz, uma pequena cidade entre muros no Alentejo onde moram 70 pessoas e três crianças.
As casas são todas caiadas e possuem lindas janelas.
É um sonho.
A dica é essa:
NUNCA, NUNCA, NUNCA esqueça a bateria.

a foto é do site "eu adoro Portugal"
pwp.netcabo.pt/0510598901/portugal_port.htm

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Uma festa na rua






Descobri os ingridientes para uma excelente festa. Mesas à rua, gente feliz, sardinhas na brasa, sabores inusitados, parque de diversões, açúcar, carinhos trocados, miscelânia de assuntos, música, fogos de ano novo em pleno julho e abraço para encerrar. Perfeito!

10 dias em Portugal


Viver Portugal é viver emoções intensas.
Cheguei ao Porto com duas horas de atraso.
Encontrei a Marta lindamente sentada, quase a roer as unhas.
A cidade está banhada de verão. As sombras são densas e os dias são longos.
O Porto habita minha alma. Reencontrá-lo é como preencher um lugar do peito.
E ainda há os gestos e os afetos que não se inibem.
É fácil transbordar de amor por aqui.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Dia de Portugal















Conheci Portugal em 2006 durante um intercâmbio estudantil pelo qual eu era professora responsável.
A primeira cidade que pisei foi Porto.
Paixão imediata.
Descobri nessa viagem que no verão noite é dia. O sol se estendia até perto das 22h e se deitava no mar.
Fiquei em um quarto da residência da Universidade Fernando Pessoa, perto da Avenida do Brasil, beira-mar, claro.
A rua da residência é tão estreita que o carro que nos levou do aeroporto até lá não passava pela dita.
Em um final de semana fomos até Lisboa (lá assisti o Brasil perder nas oitavas de final da Copa do Mundo). Em outro, atravessei o país em uma viagem de 8 horas até Faro - um lindo balneário ao sul.
Voltei para Portugal no início de 2007. Fiquei hospedada em Vila do Conde.
A viagem de metrô de Vila do Conde para o Porto é deliciosa. A paisagem é uma mistura de casas centenárias em pequenos povoados e algumas construções mais modernas.
Voltei ao Porto no mesmo ano, em dezembro. A cidade estava vestida para o Natal. Fiquei muitos minutos em silêncio, sentindo o ar gelado em meu rosto, olhando a árvore de Natal plantada no meio da Avenida dos Aliados. Foi como me encontrar dentro dos livros ilustrados no quais o Natal sempre era frio e branco. Dessa vez fui até Guimarães, o berço de Portugal.
Minha viagem mais recente foi em abril deste ano.
Destino: Porto e todos os afetos que lá construí.
Portugal é mais do que um país repleto de histórias que me encantam. Em suas ruas, no Porto principalmente, vivo emoções intensas. Adoro o som do português arrastado, o carinho e afeto partilhados, os paralelepípedos que de tão gastos formam uma superfície translúcida, a luz dura que forma sombras densas, o cheiro das castanhas assadas na rua, os azulejos salpicados na arquitetura, o silêncio das igrejas, a história impregnada nas paredes.
Há algo em Portugal que corre em meu sangue.
Para comemorar, algumas fotos desse, que é o país do meu coração.